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KRIS, Dagger

ca. 1476-1525

Indonesia/Malaysia

Steel, silver, wood.

Full Length: 43 cm; Blade Length: 35 cm

This Malay Kris from the East Indies, whose dating is from between the ending of the 15th century and the beginning for the 16th was made by the constant remounting of a notable blade. This flame-blade with eleven waves or luk with watered pamor, pattern, of the “waves” sort and double edge shows some uncommon characteristics. Firstly the existence of a raised ridge at the central back with the objective of strengthening the weapon; secondly, in order to avoid damaging the blade due to hits from adversaries weapons, the placing of a thin strip, made in a particular kind of steel, all along the double edge up to the tip. The existence of ancient Japanese swords as well as European swords from the High Middle Ages which have this same characteristic is known, however in the Eastern Indies this is quite rare.

The mounting of the blade in this piece shows the great appreciation that was had for it throughout several generations.

The hilt, hulu is completely manufactured out of etched silver decorated with vegetal motifs, in a shape similar to those called “kingfisher”, however without the characteristic long beak. It is part of a hilt category known as “low” of which the best known are the “kingfishers”. The one corresponding to this piece are known as bugis, typical of the Sulawesi.

The pendok, stem, of the gandar or scabbard is made of wood and completely covered with silver with a chiselled and high-relief decoration organised in panels filled with a pattern of vegetal spirals.

Bibl.: Cameron Stone, 1999, pp. 382-394; Hamzuri, 1993, p. 63

Some terminology i use:
Asal: where the BLADE is made or comes from
Umur: Age,again of the blade
Dapur: Outer shape name of the blade
Pamor: Nickle pattern design
Wranka: Ship either in fruitshape(Gayaman) or Shipshape(Ladrang)
Gandar: Wooden protector of the blade attached on the ship
Pendok: Metal sheath
Jejeran: Solo hilt
Deder: Yogyakarta hilt
Mendak: Ring between blade and hit; Malaysia: Pedongkok

Keris Malaysia Perak
Asal:Kelantan
Umur: 17-18th cent
Dapur: Cerita Buntala 15 luk
Wranka: Malay type in silver with Okir work (Lung lungan)
Pendok idem
Hilt: Burung type same work and material with
Intergrated Pedongkok
Perak province is famous for its silverwork. Hence an old Pusaka = heirloom was adorned with it.
Classification- Philip Hartemann

KRIS, Adaga

ca. 1476-1525

Indonésia/Malásia

Aço, prata, madeira

comp. total: 43 cm; comp. lâmina: 35 cm

Este Kris Malaio das Índias Orientais, cuja datação se situa entre finais do século XV e inícios do século seguinte, foi criado a partir da remontagem constante de uma notável lâmina. Esta, flamejante de 15 ondas ou luk, em aço damasquino com um pamor, padrão, tipo “ondas”, e duplo gume, mostra algumas características invulgares. Em primeiro lugar, a existência de uma nervura elevada nas costas centrais, com o objectivo de fortalecer a arma. Em segundo e a fim de evitar prejuízos à lâmina causados pelos golpes das armas dos adversários, a colocação de uma tira estreita, realizada num aço específico, ao longo do duplo gume até à ponta.

É conhecida a existência de espadas Japonesas de fabrico bastante recuado, assim como de espadas europeias da Alta Idade Média que apresentam esta mesma característica, porém, esta é bastante rara nas Índias Orientais.

A montagem da lâmina deste exemplar, demonstra o grande apreço mantido por ela, ao longo de várias gerações.

O punho, hulu, está totalmente fabricado em prata relevada, com decoração de motivos vegetais, num formato semelhante ao dos chamados kingfhisher, porém, sem o característico bico comprido. Faz parte de uma divisão dos punhos designados “baixos”, dos quais os mais conhecidos, são os kingfhisher. Os correspondentes a este exemplar, são designados por bugis, típicos das ilhas Celebes.

O pendhok, haste, do gandar ou bainha, é em madeira, totalmente revestido a prata com uma decoração cinzelada em alto-relevo, organizada em painéis preenchidos por um padrão de espirais vegetalistas.

Bibl.: Cameron Stone, 1999, pp. 382-394; Hamzuri, 1993, p. 63

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